O pensamento conservador na região amazônica é evidente em todos os campo sociais, essa recorrência se estabelece tanto na construção de uma mídia tendenciosa, como na reprodução de preconceitos, se estabelecendo dessa maneira na vida diária dos habitantes de nossa região um consenso conversador e altamente tendencioso, que se é estabelecida pela falta de reconhecimento do outro.
Ao afirmar isso quero demonstrar que essa base de estrutura social conservadora só tende a contribuir para o processo de exploração e degradação humana, pois o conservador não é um monstro, mas um ser humano que se posiciona em favor da situação, consequentemente ele não vê fora de seu modo de vida possibilidades de existência, fora de seu modo de vida o conservador reproduz apenas preconceitos e discriminação.
Entendo como base estrutural conservadora o conjunto de regras subjetivas promovidas por agentes/atores sociais tendo como núcleo central de sentido uma conformação das atuais condições de existência como sendo a única possibilidade efetiva de viver em sociedade, ou seja, pessoas que não acreditam que possa existir outras formas além do capitalismo.
A luta contra esse pensamento perpassa também uma luta por direitos sociais a serem conquistados dentro de um campo efetivo de ação, onde a pessoa humana possa ser reconhecida em sua totalidade e não apenas através de um número social atribuído dentro de um lógica burocratizada. Esse pensamento conservador se estrutura nas instituições estatais, pois estas apresenta as condições necessárias de perpetuação da autoridade, na figura de médicos, professores, policiais, gestores, diretores, superintendente, juiz entre outros que compõe uma posição hierárquica dentro da sociedade que não contribuem para real transformação social, mas pelo contrário procuram aprofundar as injustiças sociais.
Nesse caso se utilizam do discurso hegemônico para executar uma justiça individual ignorando a pessoas que sofrem e estão marginalizadas por conta desse discurso. A mídia contribui deveras para a difusão desse pensamento ao se colocar como um instrumento neutro dentro da sociedade, quando se propõe nessa posição ela escolhe na verdade a manutenção da ordem vigente, daqueles que acreditam ter poder. Na construção de uma sociedade libertária se faz necessário também alternativas midiáticas de ação social e o que falo não é nada novo, mas acrescentaria que se faz necessário instrumentos midiáticos de contraposição a esse tipo de conservadorismo, para que o germe desse pensamento não seja reproduzido nas fileiras libertárias.
No entanto, a mídia em si é apenas parte do problema, há necessidade que as intervenções e os estudos libertários possam ser uma prática cotidiana, bem como uma auto reflexão na construção de um pensamento libertário efetivo, nossa luta dever ser pelos corações de um povo sofrido que é bombardeado constantemente por ideias de que não há saídas, para tanto a construção dessas saídas se dão na destruição dos muros que nos cercam, quer sejam em ambientes particulares como públicos.
Ao afirmar isso quero demonstrar que essa base de estrutura social conservadora só tende a contribuir para o processo de exploração e degradação humana, pois o conservador não é um monstro, mas um ser humano que se posiciona em favor da situação, consequentemente ele não vê fora de seu modo de vida possibilidades de existência, fora de seu modo de vida o conservador reproduz apenas preconceitos e discriminação.
Entendo como base estrutural conservadora o conjunto de regras subjetivas promovidas por agentes/atores sociais tendo como núcleo central de sentido uma conformação das atuais condições de existência como sendo a única possibilidade efetiva de viver em sociedade, ou seja, pessoas que não acreditam que possa existir outras formas além do capitalismo.
A luta contra esse pensamento perpassa também uma luta por direitos sociais a serem conquistados dentro de um campo efetivo de ação, onde a pessoa humana possa ser reconhecida em sua totalidade e não apenas através de um número social atribuído dentro de um lógica burocratizada. Esse pensamento conservador se estrutura nas instituições estatais, pois estas apresenta as condições necessárias de perpetuação da autoridade, na figura de médicos, professores, policiais, gestores, diretores, superintendente, juiz entre outros que compõe uma posição hierárquica dentro da sociedade que não contribuem para real transformação social, mas pelo contrário procuram aprofundar as injustiças sociais.
Nesse caso se utilizam do discurso hegemônico para executar uma justiça individual ignorando a pessoas que sofrem e estão marginalizadas por conta desse discurso. A mídia contribui deveras para a difusão desse pensamento ao se colocar como um instrumento neutro dentro da sociedade, quando se propõe nessa posição ela escolhe na verdade a manutenção da ordem vigente, daqueles que acreditam ter poder. Na construção de uma sociedade libertária se faz necessário também alternativas midiáticas de ação social e o que falo não é nada novo, mas acrescentaria que se faz necessário instrumentos midiáticos de contraposição a esse tipo de conservadorismo, para que o germe desse pensamento não seja reproduzido nas fileiras libertárias.
No entanto, a mídia em si é apenas parte do problema, há necessidade que as intervenções e os estudos libertários possam ser uma prática cotidiana, bem como uma auto reflexão na construção de um pensamento libertário efetivo, nossa luta dever ser pelos corações de um povo sofrido que é bombardeado constantemente por ideias de que não há saídas, para tanto a construção dessas saídas se dão na destruição dos muros que nos cercam, quer sejam em ambientes particulares como públicos.
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